Na moda ou fora dela... Como tantos outros,este: último do ano. Chave de ouro na Babilônia.Nem melhor nem pior que os outros todos...só o último. Intenso como eu consigo...Antes de escrevê-lo tinha pensando sobre...talvez falaria do meu nacionalismo tão questionadoou das belezas que vi durante o ano.Prefiro falar de uma outra coisaque, ultimamente, me encanta muito mais.A fé. Daquelas inquestionáveis.Fé que move montanhas... que abarca vidas.Eu não sei o que move pessoas.Mas queria mesmo, com toda a intensidade,crer de um crer inabalável.Talvez eu não tenha sido feita pra ter fé.Todos conseguem me desconstruir tanto...e em tão pouco tempo me transformar,e eu já não corro... eu deixo, e, assim, aprendo.A fé capaz de mover montanhas, de milhas...Fé que crê no milagre. De esperança.Sei lá o que vem a ser... Só acho bonito.A fé os faz fortes. Falam mal da fé.Não sabem mesmo o que dizem...São crentes. Nem por isso burros...A fé é capaz de tudo. Os faz imensos.
'Por dentro eu penso em quase tudo.
Será que mudo ou não mudo?'
Depois de tanta mudança e, aqui, um certo abandono...
O bom filho à casa torna.
Breguices de uma novidade...
A conexão precisou cair pra sentar e, de verdade,
sentir o que é a minha babilônia preferida.
Suspender meus jardins, tornar-me novo. De novo.
É fim de ano e, hoje, dia de Natal. Que tal?
Mudou-se muito, no ano e sempre...
Tanta saída e chegada, estradas percorridas.
Gente que caminhou, e saiu de cena.
Cenas mal feitas, cenas engraçadas.
Caminhadas boas, mãos atadas.
Aos meus grandes amores, conhecidos ou não,
o meu sorriso largo, escraxado, sincero...
E os meus olhos, cheios d'água e de parceria.
Minha babilônia sempre aqui...
Porque é aqui que eu gosto mesmo de estar...
O meu jardim ainda parece meu melhor lugar.
E tem um outro certo abraço agora...
mas deixa pra lá. (G)
Forte ou fraco, alegre ou triste.
"Eu estou pensando em você.Estou pensando em nunca maispensar em te esquecer.Pois quando eu penso em vocêé quando não me sinto só.(...)Com você me sinto bem."Retórica. Cansada. Inutílissima.Mas o que se há de fazer,se pra toda promessauma dívida. Cumpro essa,com todas as honras.E o maior orgulho do mundo.Porque o que se há de melhorde falar de quem amas e mais.Falar de quem te acolhe e ajuda,e te faz tão feliz, tal qual ninguém.Ê Camilarsa, pudim de pinga.A menina dos gritinhos, e do sorriso.Das gargalhadas que fazem falta.Dos olhos de mãe, de desprezo e afins...E dos braços que acolhem, sempre.Se quiser e precisar apoiar em mim,saiba que não pesas.Saiba que eu quando preciso, apoio em você,e, simplesmente, não caio.Amor além da vida."Se estou contigo é porque estás comigo,e nós não podemos nos perder.Nesses encontros e desencontros,no mesmo sopro que atravessa eu e você."-Músicas: Paulinho Moska
Eu nunca fiz artigo,crítica já, mas pouca.Já fiz poema,mas fundo social...Pouco.Meu jardim é poético.De nada acrescenta,só de lirismo, exagerado,e de emoções, e drogas,de alma.Esse jardim boboparece com ouro de tolo.O valor dele é pequeno,leitor quem dá.E são amigos.De bondade e futilidade,de dores e dias e paz.De pobreza e espírito,de amores e amigos.de riqueza e queridos.Fez-se meu jardim.E é assim que ele canta,e toca, e grita, e chora.Pra romantismo. Liberdadena arte.