terça-feira, dezembro 30, 2008

O que é ... bem maior.


Na moda ou fora dela... Como tantos outros,
este: último do ano. Chave de ouro na Babilônia.
Nem melhor nem pior que os outros todos...
só o último. Intenso como eu consigo...

Antes de escrevê-lo tinha pensando sobre...
talvez falaria do meu nacionalismo tão questionado
ou das belezas que vi durante o ano.

Prefiro falar de uma outra coisa
que, ultimamente, me encanta muito mais.
A fé. Daquelas inquestionáveis.
Fé que move montanhas... que abarca vidas.

Eu não sei o que move pessoas.
Mas queria mesmo, com toda a intensidade,
crer de um crer inabalável.

Talvez eu não tenha sido feita pra ter fé.
Todos conseguem me desconstruir tanto...
e em tão pouco tempo me transformar,
e eu já não corro... eu deixo, e, assim, aprendo.

A fé capaz de mover montanhas, de milhas...
Fé que crê no milagre. De esperança.
Sei lá o que vem a ser... Só acho bonito.

A fé os faz fortes. Falam mal da fé.
Não sabem mesmo o que dizem...
São crentes. Nem por isso burros...
A fé é capaz de tudo. Os faz imensos.

quinta-feira, dezembro 25, 2008

back to black =p


'Por dentro eu penso em quase tudo.
Será que mudo ou não mudo?'

Depois de tanta mudança e, aqui, um certo abandono...
O bom filho à casa torna.
Breguices de uma novidade...

A conexão precisou cair pra sentar e, de verdade,
sentir o que é a minha babilônia preferida.
Suspender meus jardins, tornar-me novo. De novo.

É fim de ano e, hoje, dia de Natal. Que tal?
Mudou-se muito, no ano e sempre...
Tanta saída e chegada, estradas percorridas.

Gente que caminhou, e saiu de cena.
Cenas mal feitas, cenas engraçadas.
Caminhadas boas, mãos atadas.

Aos meus grandes amores, conhecidos ou não,
o meu sorriso largo, escraxado, sincero...
E os meus olhos, cheios d'água e de parceria.

Minha babilônia sempre aqui...
Porque é aqui que eu gosto mesmo de estar...
O meu jardim ainda parece meu melhor lugar.

E tem um outro certo abraço agora...
mas deixa pra lá. (G)

quarta-feira, dezembro 10, 2008

O nosso amor existe...

Forte ou fraco,
alegre ou triste.


"Eu estou pensando em você.
Estou pensando em nunca mais
pensar em te esquecer.
Pois quando eu penso em você
é quando não me sinto só.
(...)
Com você me sinto bem."

Retórica. Cansada. Inutílissima.

Mas o que se há de fazer,
se pra toda promessa
uma dívida. Cumpro essa,
com todas as honras.

E o maior orgulho do mundo.

Porque o que se há de melhor
de falar de quem amas e mais.
Falar de quem te acolhe e ajuda,
e te faz tão feliz, tal qual ninguém.

Ê Camilarsa, pudim de pinga.

A menina dos gritinhos, e do sorriso.
Das gargalhadas que fazem falta.
Dos olhos de mãe, de desprezo e afins...
E dos braços que acolhem, sempre.

Se quiser e precisar apoiar em mim,
saiba que não pesas.
Saiba que eu quando preciso, apoio em você,
e, simplesmente, não caio.

Amor além da vida.

"Se estou contigo é porque estás comigo,
e nós não podemos nos perder.
Nesses encontros e desencontros,
no mesmo sopro que atravessa eu e você."

-Músicas: Paulinho Moska

segunda-feira, dezembro 08, 2008

Não. Tudo pura abstração.


Eu nunca fiz artigo,
crítica já, mas pouca.
Já fiz poema,
mas fundo social...

Pouco.

Meu jardim é poético.
De nada acrescenta,
só de lirismo, exagerado,
e de emoções, e drogas,

de alma.

Esse jardim bobo
parece com ouro de tolo.
O valor dele é pequeno,
leitor quem dá.

E são amigos.

De bondade e futilidade,
de dores e dias e paz.
De pobreza e espírito,
de amores e amigos.

de riqueza e queridos.

Fez-se meu jardim.
E é assim que ele canta,
e toca, e grita, e chora.
Pra romantismo. Liberdade

na arte.